Mercado Municipal tem visitas monitoradas
Um dos pontos turísticos mais famosos de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano abre suas portas para grupos de pessoas que queiram conhecer em detalhes o interior do local, que já serviu até como paiol durante a Revolução de 1932. As visitas monitoradas têm duração aproximada de 1h30. É necessário fazer a inscrição por telefone com antecedência.
Os visitantes percorrem diversos boxes e, entre eles, 15 que foram escolhidos por seus produtos diferenciados. Os grupos são formados por até 15 pessoas e os passeios acontecem a partir das 9 horas, de segunda a quinta-feira. Três estagiárias, sendo uma de turismo e duas de nutrição, serão as monitoras do projeto.
Algumas bancas oferecem degustação de produtos. A visita começa no Espaço Gourmet com a apresentação de um vídeo institucional sobre o Mercadão, em que é contada um pouco de sua história. Depois, o grupo circula pelo mezanino. Na seqüência, é a vez dos aromas e sabores dos boxes. Começando pelas pimentas, com uma explicação sobre os diversos tipos.
Na parte de frutas, estão a Barraca do Juca (que ficou conhecida depois do ator Tony Ramos interpretar o vendedor Juca, na novela “A Próxima Vítima”) e o Empório Chiapetta, com as principais frutas secas brasileiras. No Empório Árabe, os visitantes encontram o arroz preto - o Mercadão é o único lugar do Brasil a vender esse grão. Já o Empório de Produtos Orgânicos oferece uma enorme variedade de produtos livres de agrotóxicos.
Na ala das carnes, a visita passa pelo Porco Feliz, onde, além dos tradicionais cortes, estão carnes menos conhecidas do grande público, como vitelo, javali e avestruz. Os grupos vêem os peixes do Box Ki Peixes ou do Renato Rabelo, dependendo do dia marcado para visita. A parte de queijos inclui a Banca do Ramón, com diversos tipos e formas do laticínio, e o Box do Rony, com queijos de fabricação própria e até incomuns, como a ricota seca defumada.
A visita inclui ainda os bares do Mané, com o tradicional sanduíche de mortadela de 300g, e o Hocca Bar, que tem o inconfundível pastel de bacalhau do porto. A área da cozinha italiana tem no programa o Box da Nancy, um dos mais antigos do Mercadão, e o Massas Basílico, com sua massas feitas na hora. Para finalizar, o tour inclui a Padaria Paulistana, cujo destaque é o pão de lingüiça, e a barraca de ervas e condimentos M. Josef.
Mercado Municipal
De Segunda a Quinta-feira a partir das 9h
Duração: 1h30
Inscrições: (11) 3313-4851
Serviço Grátuito
Fonte: Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras
Sem comentários »Ponto Art.br leva sonoridade original à Belmonte
O grupo Ponto art.br se apresenta dia 19, às 16h, na Biblioteca Temática de Cultura Popular Belmonte
Envolvido desde 1991 com a pesquisa dos gêneros tradicionais da cultura brasileira, o conjunto já se apresentou em diversos estados brasileiros, levando um repertório com sonoridade atemporal e original.
Formado pelos músicos Eder “O” Rocha, Thomas Rohrer, Henrique Menezes e Renata Amaral, o Ponto art.br define seu trabalho como uma “terceira via para o fazer musical”, pela qual busca-se eliminar os limites entre cultura erudita e popular, ou quaisquer outras classificações de gêneros. “Por meio de um diálogo entre vertentes da cultura tradicional, propomos que as diferenças estéticas se diluam”, afirma Renata.
A sonoridade original atribuída ao conjunto é fruto das experimentações dos ritmos e melodias presentes nas tradições populares, e da combinação entre instrumentos tradicionais e modernos. No show, serão interpretadas músicas de autoria própria, inspiradas nos cantos para os orixás e no maracatu, como Caixas do divino, Caboclo das sete encruzilhadas, Aguerê Yemanjá e Estrela linda.
Com patrocínio da Petrobras, os músicos estão finalizando seu primeiro CD, que deverá ser lançando em 2009. “O nosso álbum terá a participação de grupos e mestres de culturas tradicionais, como Zezé e Anunciação Menezes, Mestre Humberto e Nelson da Rebeca, cujas influências incorporamos ao nosso trabalho”, conta Renata.
Biblioteca Pública Belmonte
Rua Paulo Eiró, 525 - Santo Amaro
Tel.: (11) 5687-0408
Apresentação dia 19 de Julho às 16h
Entrada Gratuita
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Fonte: Prefeitura da Cidade de São Paulo
Semana de moda no Brás
Evento no Brás será realizado entre os dias 14 e 17 de julho. Organizadores querem mostrar ao público ‘moda de verdade’.
Vinte dias após o encerramento da 25ª edição da São Paulo Fashion Week, que apresentou a tendência de roupas e acessórios para primavera-verão de 2009, uma nova semana de desfiles será realizada na capital paulista, desta vez com uma proposta mais prática e, de certa forma, mais ambiciosa: mostrar não o que está propenso a virar moda na próxima estação, mas o que de fato vai ser usado pelos homens e mulheres nas ruas.
De Segunda-feira, dia 14, até Quinta-feira, dia 17, a região de comércio popular do Brás, no Centro de São Paulo, vai sediar o 5º Coleções, com desfiles de mais de 3 mil peças de 290 marcas. A expectativa da organização é de que 20 mil clientes lojistas participem do evento, produzido pelo Mega Pólo Moda, shopping de atacado da região.
“O que se vê desfilando é moda de verdade, moda que vai ver nas ruas no dia seguinte ao desfile. É pronta entrega”, disse o superintendente do shopping, Adelino Basílio. Segundo ele, todas as peças dos desfiles estarão à venda no local para lojistas. “No dia seguinte, as peças já estarão sendo vendidas para o consumidor nas lojas de todo o país.”
Cerca de cem modelos irão participar dos desfiles, que vão contar com o apoio de uma equipe de 40 camareiras e mais de 30 pessoas da equipe técnica. “A gente tem uma estrutura física de São Paulo Fashion Week. Isso é muito rico para o comprador. Ele começa a entender as proporções, as modelagens e as cores que serão usadas no verão”, conta o diretor e coordenador do evento, Alexandre Duarthe.
Entre as dicas para a estação, ele cita os shorts curtinhos, as pantalonas, a volta das peças com cintura alta, camisetas básicas com um detalhe mais romântico e estamparia psicodélica estilo anos 70. “Essa é a moda verdadeira. É moda real que vai contaminar as ruas”, disse.
Os desfiles, segundo a organização, são destinados a lojistas, mas abertos ao público em geral. O evento é gratuito.
5º Coleções
Rua Barão de Ladário, 670/566 - Brás
Fonte: G1
Sem comentários »Exposição mostra as diversas formas da boneca Emília
Visual colorido com cabelo feito de trapos vermelhos e amarelos emoldurando a cara pintada, e os olhos pretos – “feito jabuticaba” – caracterizam, hoje, a personagem mais arisca de Monteiro Lobato, Emília.
Emília, a boneca das histórias de Monteiro Lobato, não foi sempre do jeito como é conhecida hoje. Criada em 1920, no livro A menina do narizinho arrebitado, a boneca confeccionada por Tia Anastácia era toda de pano, “recheada de macela, grossos cabelos negros curtos e os olhos de retrós”.
De lá pra cá, seu visual passou por modificações concebidas por diversos artistas atentos à contemporaneidade. A personagem é tema da exposição Emília, a boneca de Lobato que está em cartaz a uma semana na Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato. A mostra apresenta o trabalho de 11 ilustradores que a desenharam desde sua origem até 1982, centenário de nascimento do escritor.
Sem dedos nas mãos, com os cabelos rabiscados, o corpo desajeitado e as sobrancelhas bem acima dos olhos, nasceu a primeira boneca feita pelo desenhista Voltolino, na década de 1920. Seguindo as descrições de Lobato, K. Wiese fez outro desenho com características semelhantes. Mais tarde, um dos maiores caricaturistas brasileiros, Belmonte, criou uma Emília com feições mais humanas, que remetiam às bonecas de porcelana com rosto infantil.
A partir daí, nas décadas de 1930 e 1940, Jean G. Villin a desenhou com cabelos claros, pernas e braços afilados e compridos, e Rodolpho a colocou nas proporções das bonecas de pano da época; pequenina e sem nariz.
Quarenta anos depois da criação original, Manoel Victor Filho apresentou a imagem mais próxima da personagem conhecida atualmente: uma boneca com formas que se aproximam às de uma menina.
Com curadoria de Oiram Antonini e Nelson Somma Junior, a exposição conta, ainda, com ilustrações de Jurandir U. Campos, André Le Blanc, Augustus, Odiléia Toscano e Paulo Ernesto Nesti. Textos colhidos da obra de Lobato acompanham o trabalho dos artistas.
Exposição – Boneca Emília
Em cartaz desde 04 de Julho
Abertura às 14h
Visitação de Segunda a Sexta-feira das 8h às 18h e Sábado das 10h às 17h
Local: Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato
Rua General Jardim, 485 - Vila Buarque
Tel.: (11) 3256-4122
Entrada Gratuita
Fonte: Prefeitura da Cidade de São Paulo
Sem comentários »São Paulo festeja Dia da Pizza
Vice campeã mundial em consumo das famosas massas italianas de formato redondo recheadas, atrás apenas de Nova York, São Paulo festeja hoje o Dia da Pizza.
História da Pizza
A história da pizza começa na Roma de César, antes da Era Cristã. Conta-se que os nobres desta época comiam o pão de Abraão, uma massa de farinha, água e sal que vai ao forno bem forte. A ele eram acrescidos ervas e alho. Essa mistura era chamada de Piscea.
A variação das coberturas foi se amadurecendo com o passar dos anos, até que o tomate chegou a Europa trazido por Cristóvão Colombo e daí para frente o pomodoro foi incorporado totalmente à receita. Houve época em que essa iguaria era comida no café da manhã e vendida por ambulantes.
À medida que se tornou mais popular, erguiam-se barracas onde era vendida a massa em formatos diferenciados, de acordo com o pedido do cliente. O primeiro pizzaiolo da história foi Don Rafaelle Espósito, proprietário de uma famosa pizzaria de Nápole, a Pietro il Pizzaiolo.
Don Rafaelle ficou famoso a partir do verão de 1889, quando foi cozinhar no palácio Capodimonte para os soberanos rei Humberto I e sua rainha Margherita de Sabóia, que estavam em visita à Cidade. O pizzaiolo, para prestar uma homenagem à rainha, resolver fazer a pizza com as cores da bandeira italiana - branco, vermelho e verde.
A rainha gostou tanto da pizza que Don rafaelle a batizou com o seu nome. Embora a origem da pizza, como hoje é conhecida, seja italiana. Os grandes devoradores desse produto ficam do outro lado do oceano. Os dois países que mais consomem pizza no mundo são respectivamente: EUA e Brasil, com destaque para as cidades de Nova Iorque e São Paulo.
Dia da Pizza
A data foi celebrada pela primeira vez na cidade em 1985 quando foi realizado um concurso estadual para eleger as melhores receitas das pizzas de mussarela e marguerita. Muito bem sucedido, o evento terminou no dia 10 de julho daquele ano e foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, empolgado com o sucesso do evento, como o dia das redondas.
Para comemorar, diversos restaurantes da cidade preparam menus diferenciados e eventos especiais.
Fonte: Guia dos Curiosos e jornal Metro
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