Arquivo de Abril de 2008
Avenida Paulista ganha Parque Municipal Mario Covas
Localizado na altura do número 1.853 da Avenida Paulista, o Parque Mario Covas, ficará vinculado ao Parque Tenente Siqueira Campos (Trianon) e faz parte do projeto 100 parques para São Paulo, que tem como objetivo a criação de novos parques em diversos pontos da Cidade.
Atualmente, São Paulo possui 41 parques implantados, sendo que oito deles foram finalizados e/ou implantados nesta gestão: Lydia Natalízio Diogo (Zona Leste), Ermelino Matarazzo (Zona Leste), Jacintho Alberto (Zona Norte), Parque do Trote (Zona Norte), Colina de São Francisco (Zona Centro-Oeste), Cordeiro (Zona Sul), Linear Parelheiros (Zona Sul) e Linear Ipiranguinha (Zona Leste).
Fonte: Prefeitura de São Paulo
Sem comentários »Eventos da Área Médica
Saiu na Revista Veja dessa semana, um indicativo da cidade de São Paulo, como a preferida para a realização de Eventos da Área Médica.

Panorama Paulista do Circo
A lona que abrigou o Tradicional Circo Fiesta recebe agora dezenove espetáculos e mais de 200 artistas.
Organizada pela Cooperativa Paulista de Circo, a terceira edição da mostra tem quatro apresentações diárias, com uma hora de duração cada uma. Entre as trupes convidadas estão Circo de Ébanos, Irmãos Becker, Anjos Voadores e Circo Vox.
Memorial da América Latina – Praça Cívica (900 lugares).
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 (entrada pelos portões 1, 4 e 6)
Barra Funda, 3823-4600, Metrô Barra Funda.
Quarta (23) a sexta (25), 10h, 14h, 18h30 e 20h30.
Sábado (26) e domingo (27), 11h, 15h, 17h e 20h30.
Grátis.
Histórias de um pioneiro
Dez curiosidades do primeiro shopping brasileiro, que, de ponto micado na época da inauguração, em 1966, se tornou o metro quadrado comercial mais caro da América Latina

Idealizado pelo construtor Alfredo Mathias, o empreendimento foi erguido no terreno de uma chácara da família Matarazzo. Ficava num trecho da Rua Iguatemi – daí o seu nome – que anos mais tarde foi transformado na Avenida Faria Lima. Mathias vendia cotas aos interessados em churrascos promovidos no próprio canteiro de obras.
Na época da inauguração, em novembro de 1966, os consumidores paulistanos gostavam mesmo era de flanar pelas butiques nariz-empinado da Rua Augusta. Assim, a novidade de apostar num centro comercial não chegou a ser das mais empolgantes para os empresários. O resultado foi uma disputa para ficar nos lotes mais próximos da entrada. Eles acreditavam, tolinhos, que a freguesia jamais caminharia até as lojas dos fundos.
Na contramão dos comerciantes que tinham um pé atrás com o Iguatemi, o cearense Diogo Gadelha, hoje com 83 anos, investiu tudo o que pôde em cotas do empreendimento. Até janeiro último, detinha 11% das ações, atrás somente dos Jereissati, que estão no comando desde 1978. Eles adquiriram a fatia de Gadelha e hoje têm 53% do shopping.

Privilegiar luz e ventilação naturais é um dos objetivos do projeto arquitetônico. Além de esteticamente interessantes, as rampas foram um meio de integrar o térreo ao 1º piso – e, assim, deixar tudo mais arejado. O ambiente nesse espaço, cujo pé-direito no ponto mais alto chega a 18 metros, lembra o de uma rua arborizada. Nos demais andares, construídos depois, reina o ar condicionado geladinho.

Vinte batistérios centenários trazidos da França servem como vasos para arranjos feitos com três tipos principais de flor (amarílis, orquídea e calâncoe). Trocados toda semana, consomem anualmente mais de 800 000 unidades. O número cresce perto de efemérides como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, quando se somam 28 000 tulipas à decoração. Outro toque de verde é o jardim de 400 metros quadrados no térreo, reformulado a cada ano por um paisagista diferente. “Já éramos um shopping verde muito antes de alguém pensar em construir o Cidade Jardim”, alfineta Carlos Jereissati Filho, presidente do grupo que controla o Iguatemi.
Segundo levantamento feito em 2007 pela consultoria americana Cushman & Wakefield em ruas especializadas de todo o mundo, o Iguatemi tem a área comercial mais valorizada da América Latina. O aluguel anual de cada metro quadrado custa 4 271 reais – o equivalente a 356 reais por mês. A cifra coloca São Paulo entre as dez mais do continente americano, atrás somente de cidades como Nova York e Los Angeles. No ranking mundial, ocupa o 35º lugar.
Cerca de quinze peças garimpadas por uma especialista em decoração integram a lista de objetos que dão charme extra aos corredores. No térreo, em frente à loja de artigos esportivos Bayard, há uma mesa em estilo império do início do século XIX, que em algum lugar do passado decorava uma mansão da tradicional família Jafet. Localizadas em andares diferentes, duas outras, datadas do mesmo período, chamam atenção por ser folheadas a ouro, com tampo de mármore travertino.
Somente o Iguatemi conta com ascensoristas em todos os elevadores. São cerca de trinta, sempre de unhas bem feitinhas e sorriso perfeitamente emoldurado por um batom (como Cláudia Maria Moreira, 22 anos). Acrescente-se a elas mais de 100 seguranças, quinze atendentes de banheiro, jardineiros, faxineiros e manobristas. Chega-se a 370 funcionários – a praxe do mercado é terceirizar esses postos de trabalho.
A decoração de Natal demora nada menos que seis meses para ficar pronta. Pela expressão de encantamento de adultos e baixinhos quando chega a época de conferir o resultado – normalmente nunca depois de 5 de novembro –, a trabalheira vale a pena. O responsável pelo projeto, que muda de um ano para outro, é o cenógrafo Juarez Fagundes, que mobiliza 200 pessoas na execução e montagem.
Primeiro foi a Daslu, depois o Cidade Jardim. No segundo semestre de 2009, a Marginal Pinheiros ficará mais chique do que nunca. O antigo esqueleto da Eletropaulo abrigará as 230 lojas e onze restaurantes do futuro JK Iguatemi. De olho, claro, no público de alto padrão, o centro de compras integra um complexo da construtora WTorre que terá ainda três prédios – dois de escritórios e um hotel cinco-estrelas.
Fonte: Veja São Paulo
Sem comentários »Lobato e o Dia Nacional do livro Infantil
Monteiro Lobato, nascido em Taubaté no ano de 1882, tinha como paixão escrever. Suas obras são resultado da união de textos escritos para jornais e revistas , e seus artigos eram instigantes com forte dose de ironia, mas foi a literatura infantil que Lobato dedicou grande parte de sua vida.
O livro “A menina do narizinho arrebitado”, publicado em 1920, marcou o surgimento de uma das mais importantes obras de Monteiro Lobato, o “Sítio do Picapau Amarelo”.
Esse mundo paralelo que o autor criou entre fantasia e realidade atraiu diversas gerações e tornou-se marco da cultura brasileira, principalmente na literatura infantil.
O dia 18 de Abril, data de nascimento de Monteiro Lobato, tornou-se o Dia Nacional do livro Infantil em sua homenagem e para comemorar a Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato e a Biblioteca Pública Belmonte apresentam histórias da literatura infantil, com destaque para “Sítio do Picapau Amarelo”. A entrada é franca.
Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato
Centro
Hora do Conto: O Casamento da Emília
Dia 18/04 às 10h
Teatro Infaltil: A Pílula Falante
Dia 18/04 às 15h
Biblioteca Pública Belmonte
Zona Sul
Dia Nacional do Livro Infantil
De 18 a 30/04